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sábado, 28 de abril de 2012

Quem morreu Como é morrer

Quem morreu? Como é morrer? Crianças tentam compreender e elaborar a morte, questionando familiares com perguntas difíceis de responder, mas é preciso dar atenção e informações reais sobre o luto Kátia Regina Beal Rodrigues é psicóloga clínica, especializanda em Práticas Docentes e Gestão na Educação e professora de Psicologia Aplicada. No âmbito familiar, uma dificuldade grande para os pais está exatamente na necessidade que a criança tem de fazer perguntas muitas vezes complexas. Colocam questões profundas sobre o ser humano, sobre a vida e sobre a morte. Quando alguém da família de uma criança morre, ainda que se tente omitir ou negar, ela irá perceber por meio das atitudes transformadas dos familiares ao redor. O fato é que cedo ou tarde ela descobrirá. Omitir-lhe a verdade seria algo grave, seria como ignorá-la só porque ela não fala como os adultos, como excluí-la da família, e pior ainda, se as pessoas mais próximas em que ela deposita toda sua confiança não forem capazes de falar sinceramente sobre a morte, ela tomará isso como um modelo a seguir e nem ousará perguntar a respeito daquilo que sua percepção lhe diz. O que o adulto não sabe, é que as crianças questionam sem angústia a respeito da morte até cerca de sete anos. Por volta dos três anos de idade esta questão começa a aparecer. Existem animais que morrem em torno delas, elas ouvem histórias, conversas, o conceito de que as coisas acabam, e que os limites existem, já estão estabelecidos desde muito cedo. A EXPERIÊNCIA DA PERDA A morte pertence à condição humana. A morte da pessoa amada é não apenas uma perda, como também a aproximação da própria morte, uma ameaça. O significado da morte é pessoal e internalizado, evocando as vulnerabilidades pessoais a ela associadas. Além do desajustamento social, os sentimentos que acompanham a morte são intensos e multifacetados, afetando emoções, corpos e vidas por um longo período de tempo. Segundo Bromberg (2000) do ponto de vista individual, as tentativas de domínio da morte, ou seja, de negação da mortalidade, muitas vezes encontram apoio em crenças religiosas que retratam a morte como uma passagem, um estado transitório e não a cessação da vida. Esta última concepção provoca o surgimento de fortes defesas, uma vez que sem elas seria impossível imaginar qualquer espécie de futuro. Segundo KÜBLER-ROSS (1998), há uma reação emocional das pessoas frente à possibilidade da morte, distribuída em cinco estágios distintos. As pessoas não esperam necessariamente a chegada da fase final de sua doença para manifestar suas emoções. A possibilidade da morte é suficiente para provocarlhes tais emoções. Também não é regra que todos passem pelos cinco estágios, ou podem passar, porém reagindo de forma singular. Mas de qualquer forma, há um processo psicológico envolvido no processo de adoecer, e segundo a autora referida pode ser reconhecido (veja quadro Os 5 estágios emocionais causados pela morte). 5 estágios da morte* Negação: ajuda a aliviar o impacto da notícia, servindo como uma defesa necessária a seu equilíbrio, geralmente em pacientes informados abruptamente e prematuramente. O médico deve respeitar, porém ter o cuidado de não estimular, compactuar ou reforçar a negação. Raiva: manifesta-se quando o paciente já assimilou seu diagnóstico e prognóstico, mas se revolta por ter sido escolhido, tenta arranjar um culpado por sua condenação, geralmente se mostra muito queixoso e exigente, procurando ter certeza de não estar sendo esquecido, reclamando atenção, talvez como último brado. Negociação: há a tentativa de negociar o prazo de sua morte, por meio de promessas e orações. A pessoa já aceita o fato, mas tenta adiá-lo. Deve-se respeitar e ajudar o paciente. Depressão: o paciente aceita o fim próximo, fazendo uma revisão da vida, mostrando-se quieto e pensativo. É um instrumento na preparação da perda iminente, facilitando o estado de aceitação. Neste momento, as pessoas que o acompanham devem procurar ficar próximas e em silêncio. Aceitação: a pessoa espera a evolução natural de sua doença. Poderá ter alguma esperança de sobreviver, mas não há angústia e sim paz e tranqüilidade. Procura terminar o que deixou pela metade, fazer suas despedidas e se preparar para morrer. O CONCEITO DE MORTE PARA A CRIANÇA Muitos adultos acreditam que a criança não entende nada sobre a morte e deve ser poupada de saber que alguém próxima a ela morreu. Entretanto, é provável que esta mesma criança já tenha perdido algum bicho de estimação ou assista alguma cena de morte em desenhos ou noticiários. A criança deve ficar à vontade para exprimir seus sentimentos do modo que desejar Quando a criança perde uma pessoa querida de sua família como pai, mãe, irmão ou irmã, avós, ela fica triste, confusa. Ocorre que esta mesma morte é sofrida por seus familiares, que doloridos, estão sem condições de manter a intensidade de cuidado e atenção que antes dirigiam a ela. O importante é que, passado este momento de crise, ela volte a sentir-se segura e bem cuidada. Segundo Nunes (2004, p.15) nas semanas seguintes à perda, as crianças podem apresentar tristeza profunda ou acreditem que o familiar que morreu permanece vivo. Se, no entanto, evitar mostrar tristeza ou persistir a longo prazo negando a morte de seu familiar querido poderá vir a ter sérios problemas no futuro. "A raiva após a morte de alguém essencial para a segurança da criança é uma reação esperada que pode se manifestar por meio de comportamento irritadiço, pesadelos, medos ou agressão dirigida aos familiares sobreviventes. De qualquer maneira, sabemos que a reação da criança ao luto está bastante relacionada à forma como os pais ou pai sobrevivente e outros parentes abordarão esta questão com ela nas semanas e meses que sucederão a perda". (NUNES, 2004). Nunes (2004) acrescenta que quando o adulto oculta dela a verdade sobre a morte, pode deixá- la confusa e desamparada, pois possivelmente ela perceberá que algo aconteceu e que todos estão agindo de forma diferente. A criança deve ficar à vontade para exprimir os seus sentimentos. Não devemos obrigá-la a ir ao enterro ou velório caso ela esteja assustada. Poderá futuramente encontrar outras maneiras de se despedir e recordar através de fotos e lembranças. Caso ela manifeste desejo de participar do velório ou enterro, informe-a sobre o que verá, explique a razão de estarem ali, deixando-a livre para perguntar e para ficar o tempo que desejar. "O fato é que mesmo a criança que não sofreu perdas necessita do adulto para falar sobre a morte e esclarecer suas dúvidas. Converse com ela procurando ser o mais honesto possível. Falar em céu ou que o morto foi viajar ou dormiu pode criar a falsa expectativa de que regressará, dificultando o entendimento da perda como algo definitivo. Além disso, temos que ter o cuidado de respeitar o seu tempo para compreender a morte, levando em consideração o seu desenvolvimento cognitivo. Crianças pré-escolares acreditam que a morte seja temporária e reversível, tal como acontece em muitos desenhos animados nos quais os personagens morrem e voltam a viver". (PAPALIA, OLDS, 2000, p.365). Segundo Papalia (2000) entre cinco e nove anos a morte é percebida como irreversível, mas não como algo natural e universal. Nesta idade, as crianças não conseguem imaginar que elas ou alguém próximo possa morrer. A morte é algo distante, que só ocorre com os outros, a menos que haja uma perda de alguém muito próximo. Somente entre nove e dez anos a morte passa a serw percebida como uma interrupção das atividades dentro do corpo, que faz parte da vida, que é natural. Segundo Bromberg (2000, p. 58) o significado da morte varia de acordo com alguns fatores, entre os quais o primeiro a ser considerado é a idade da criança, o momento de seu desenvolvimento psicológico. Os outros fatores são a forma com que os adultos lidam com a perda e o binômio quantidade/ qualidade de relação tida pela criança com a pessoa falecida. Assim que a criança tem idade suficiente para estar vinculada, pode ter consciência da possibilidade de perder essa pessoa. A autora enfatiza que o medo da morte é originado no medo de perder a pessoa amada, de romper vínculos. Segundo Aberasturi (1978) citado por Bromberg (2000) a criança tem consciência da morte desde o início da infância, mas pode não ser identificada pelos adultos porque é sempre expressa com os recursos da criança. Nem sempre ela fala sobre morte, mas pode representá-la lúdica ou graficamente, ou até mesmo na forma de um sintoma. A criança pode até captar, por meio do inconsciente, mortes ocorridas em outras gerações e que venham a constituir um segredo familiar do qual ela também faz parte. Cabe ao adulto tentar reconhecer a inabilidade que a criança tem em falar sobre esse assunto ou entender esse processo, para que se dê a compreensão da criança sobre a morte. Para que a criança compreenda a morte, com os recursos que sua idade permite, ela não deve ser excluída da experiência da perda. Isso faz com que ela perceba a realidade. Naturalmente, essa realidade será a que a criança puder fazer, encontrando comportamentos e ações que dêem um significado à perda. "FALAR EM CÉU OU QUE O MORTO FOI VIAJAR OU DORMIU PODE CRIAR A FALSA EXPECTATIVA DE QUE REGRESSARÁ, DE QUE A PERDA NÃO SEJA ALGO DEFINITIVO" Bowlby (1981) citado por Bromberg (2000) coloca que a morte existe para a criança sob muitas formas, como um animalzinho, que morto, mostra-se contrário a tudo o que a criança sabe sobre ele. Uma conseqüência natural a isto é a curiosidade da criança sobre o que acontece nesse estado e uma aceitação das emoções daí emergentes: sentir-se triste, desejar a permanência do morto, desejar fazê-lo reviver. É importante que o adulto reconheça a inabilidade da criança em falar sobre o assunto e ajude-a na compreensão da realidade sem excluí-la dela DESENVOLVIMENTO COGNITIVO INFANTIL Piaget (1967) citado por Nunes (2004) conceituou o desenvolvimento como um processo de equilibração progressiva, que tende a formas cada vez mais aperfeiçoadas até a aquisição do pensamento operacional formal. O equilíbrio refere-se à forma pela qual o indivíduo lida com a realidade na tentativa de compreendê-la, de como organiza seus conhecimentos em sistemas integrados de ações ou crenças, com a finalidade de adaptação. O desenvolvimento consistiria, então, numa passagem constante de um estado de equilíbrio para um estado de desequilíbrio, resultando num equilíbrio superior, tendo a criança, então, desenvolvido uma maneira mais eficiente de interagir com o seu ambiente. Com o propósito de definir essas diferentes formas de interação, Piaget (1964) citado por Bromberg (2000) divide o desenvolvimento intelectual da criança em quatro grandes estágios seqüenciais: a) sensório-motor (0 - 2 anos) no qual ainda não há um conceito formado sobre morte; b) pré-operacional (2 - 7 anos), em que a morte é reversível; c) operacional concreto (7 - 11 anos), em que a morte é irreversível, com explicações fisiológicas e d) operacional formal (a partir dos 11 - 12 anos) quando a morte é irreversível, universal, pessoal, mas distante; as explicações são de ordem natural, fisiológica e teológica. As idades cronológicas, durante as quais se espera que as crianças desenvolvam comportamentos representativos de um dado estágio, não são fixas. Elas podem variar de acordo com a experiência individual e o potencial hereditário. Conforme Piaget, percebemos que cada estágio possui uma estrutura diferente que possibilita à criança representar certos conceitos. Dentre eles está a reversibilidade, uma capacidade de reverter mentalmente um tipo de raciocínio, ou seja, partir de determinado ponto e voltar a ele fazendo uma operação inversa. Como quando fazemos certas transformações e somos capazes de restaurá-las, fazendo voltar ao estágio original. A reversibilidade seria a capacidade de voltar, de retornar ao ponto de partida, no caso da morte, como se fosse possível retornar à vida (semelhante ao que ocorre nos desenhos animados), assim como a água que se transforma em gelo e que ao ser aquecida volta à forma original. Aparece, portanto como uma propriedade das ações do sujeito, possível de se exercerem em pensamento ou interiormente. As crianças adquirem este tipo de raciocínio durante o estágio das operações concretas. Segundo Nunes (et all, 1998) as crianças entendem a irreversibilidade da morte apenas no estágio operatório concreto, embora seja este caracterizado, do ponto de vista piagetiano, pela reversibilidade. A criança precisa desta lógica para lidar com a idéia da morte como algo permanente e irreversível. Outros dois conceitos citados por Piaget que parecem fundamentais para o desenvolvimento do conceito de morte são a não-funcionalidade e a universalidade. A não-funcionalidade diz respeito à compreensão de que as funções vitais cessam na morte, enquanto a universalidade tem a ver com a compreensão de que todas as coisas vivas morrem, ou seja, de que a morte é um evento inevitável (Nunes, et all, 1998). A morte da criança na família Além da angústia, pais que perdem seus filhos tendem a sentir-se culpados A morte de um filho, como é sabido, é uma das perdas mais dolorosas. Pais experimentam sentimento de angústia e, muitas vezes, culpa, e todos os sentimentos são potencializados no caso de morte violenta. "Sentimentos encontrados em grande maioria de pais que perderam seus filhos em uma situação trágica incluem culpa por não terem sido capazes de prever e evitar a morte de seus filhos, ou por não terem sido eles a morrer; o desejo de justiça, que aliado à impotência dos pais frente à situação traz revolta e ressentimento, algumas vezes trazendo fantasia de vingança; depressão ou tristeza constante e perda de esperança no futuro. A tristeza constante não é algo, no entanto, de que os pais desejam se livrar, pois alguns crêem que se o luto se for, irão também as lembranças, e essa pode ser uma das razões pelas quais aos pais são os indivíduos que mais levam tempo para retomar suas vidas após uma morte. Outro fator que retarda a elaboração do luto e o retorno às atividades cotidianas é a freqüência com que têm contato com lembranças do falecido, como exemplo temos o quarto,que muitas vezes é deixado da maneira como estava na última vez em que o filho lá esteve, mesmo muitos anos após sua morte". (PAPALIA e OLDS, 2000). O comportamento, logo após a morte, entre pais e mães é diferenciado, em grande parte pela expectativa social em relação a eles. É esperado que o pai seja controlado, que não demonstre luto em excesso, já que deve ser ele o responsável pelo gerenciamento da família nessa situação. À mãe é permitido expressar mais abertamente sua tristeza, e é ela também quem recebe mais apoio das pessoas próximas. Maneiras encontradas pelos pais, um tempo após a morte do filho, para voltar ao cotidiano incluem manter contato com outras pessoas, manterse ativo, manter uma visão positiva da vida e uma crença religiosa ou filosófi- ca e ajudar a outras pessoas. Wass (1989) citado por Bromberg (2000) identifica a relação dos componentes irreversibilidade, não-funcionalidade e universalidade com o conceito de morte. Ela constata a existência de três etapas: na primeira (até 5 anos) não há noção de morte definitiva, sendo esta compreendida como separação ou sonho e como um evento gradual e temporário. Na segunda etapa (5 a 9 anos), há uma forte tendência a personificar a morte, que é percebida como "alguém" que vem para levar as pessoas. É compreendida como irreversível, porém evitável, e também, como algo que acontece a todos e, sobretudo a ela mesma. Somente na terceira etapa (9 a 10 anos), a criança reconhece a morte como cessação das atividades do corpo e como inevitável. Reforçando o conceito de personificação, Kübler- Ross (1998) afirma que crianças consideram a morte como um homem ou um lobisomem que vem para levar as pessoas. A morte está ligada a uma ação má, a um fato medonho, a algo que clama por recompensa ou castigo. "Os conceitos de irreversibilidade, não-funcionalidade, universalidade e personificação estão relacionados com o nível de desenvolvimento cognitivo. Em geral, parece que a maioria das crianças saudáveis têm o conceito de morte entre os 5 e 7 anos, visto que é nesta idade que a maior parte delas faz a transição do pensamento pré-operacional para o operacional concreto. Entretanto, a cultura pode exercer grande influência na formação dos conceitos em geral e do conceito de morte em particular". (NUNES, 2004, p.16). Se a criança estiver assustada, não há necessidade de ir ao velório ou enterro; futuramente ela encontrará outras maneiras de se despedir IMPACTOS DO LUTO INFANTIL Segundo Bromberg (2000, p. 60) o luto infantil é freqüentemente considerado um fator de vulnerabilidade a muitos distúrbios psicológicos na vida adulta. Esses distúrbios vão desde a excessiva utilização de serviços de saúde, por tê-la com freqüência debilitada, até aumento no risco de distúrbios psiquiátricos. Bowlby (1981) citado por Bromberg (2000) diz que a curto prazo, ainda na infância, há visíveis conseqüências da perda com má resolução. Alguns dos traços da má elaboração são muito semelhantes aos encontrados em casos de luto de adultos, ou então, de ausência de luto, como ansiedade persistente, medo de outras perdas (principalmente de um dos pais), medo de morrer também, esperança de se reunir ao morto, desejo de morrer, culpa persistente, hiperatividade, cuidados compulsivos, euforia e despersonalização. "A intensidade com que esses traços vão tomar forma está estreitamente vinculada às condições do ambiente, quanto a serem favoráveis ou não a um curso saudável do luto. É importante assinalar que, as condições do funcionamento familiar contribuem para a qualidade da elaboração do luto". (BOWLBY, 1981 citado por BROMBERG, 2000). Bromberg (2000) acrescenta que para o psiquismo infantil a relação com a pessoa morta dá o tom quanto a uma evolução adequada ou não para a experiência da perda e a resolução do luto. As questões de enlutamento, à medida que afetam o comportamento da criança, mudando o curso de seu desenvolvimento devem ser avaliadas com extremo cuidado, para que possa ser delineada a intervenção necessária. Se a elaboração do luto não for feita adequadamente, poderá causar sérios comprometimentos a curto e a longo prazo. A conclusão de uma conversa franca com uma criança, sobre a morte, sem medo, tem sempre um tom positivo, só o fato de estar perto, falando a respeito e ouvindo, já é positivo. Todos os seres humanos aceitam a morte de uma forma singular. Devemos respeitar, no mínimo, a maneira que as crianças encontram para superar o momento da morte. Elas têm perguntas e buscam o conhecimento, e nós, adultos que muitas vezes, acreditamos que sabemos muito, ouvimos delas as melhores respostas para as perguntas que não saberíamos responder. REFERÊNCIAS : ANGERAMI-CAMON (org.), E a Psicologia Entrou no Hospital. São Paulo: Pioneira, 2003, 213p. BROMBERG, Maria Helena. A Psicoterapia em situações de perdas e luto. Campinas: Livro Pleno, 2000, 174p. KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1998, 296p. NUNES, Deise Cardoso (et all). As Crianças e o Conceito de Morte. Instituto de Psicologia UFRGS, Porto Alegre, 1998, 25p.

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