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domingo, 29 de julho de 2012

Nas colônias de cupins, velhos operários se suiicidam com bolsas tóxicas nas batalhas

Comportamento animal Nas colônias de cupins, velhos operários se suicidam com bolsas tóxicas nas batalhas Cupins operários mais velhos combatem em defesa da colônia e não hesitam em morrer para defender o grupo Velhos cupins operários da espécie Neocapritermes Taracua se lançam à frente de batalha para defender colônia, na imagem, dois cupins com sinais azuis nas costas são os que estão desenvolvendo a bolsa tóxica; inseto maior é o soldado da colônia e os demais são também operários (Cortesia R. Hanus) Para animais que vivem em colônias, a interação entre indivíduos é o que faz a diferença entre a sobrevivência do grupo ou a morte de todos. Nas colônias de cupins, não é diferente. Um estudo publicado hoje na revista Science mostra que a evolução desse animal levou ao desenvolvimento de um comportamento suicida dos mais velhos quando o grupo é atacado. Eles chegam a desenvolver até uma curiosa bolsa tóxica nas costas. O estudo se concentrou na espécie Neocapritermes taracua. Ao observar as colônias, os pesquisadores constataram que eram os operários mais velhos – e não os jovens, como fazem nós humanos, nem as operárias mais velhas, como nas colônias de formigas – que defendiam o grupo da ameaça inimiga. Cupim operário após 'encher' a bolsa tóxica ao ser provocado com uma pinça por pesquisadores Carga tóxica - Eles desenvolvem uma bolsa nas costas, repleta de uma substância tóxica, que é expelida em caso de combate – mesmo que isso os levem à morte. Os pesquisadores observaram que essa bolsa vai se tornando cada vez maior e mais “pesada” conforme a idade dos cupins avança, tornando-se uma arma substancialmente letal. Conforme os operários vão perdendo a agilidade na captura de alimentos, eles vão se preparando para se tornarem os defensores da colônia. A toxicidade dessa bolsa resulta de uma reação química entre cristais azuis que estão nessas bolsas e secreções das glândulas salivares. Quando há combates, os operários se lançam na batalha para que seus corpos se rompam – assim os cristais reagem com a secreção da saliva e produz uma toxina mortífera

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