ORIENTAÇÃO E ACONSELHAMENTO PSICOLÓGICO ON LINE





- Contato

E-mail: valderezgonsalez@gmail.com

Seguir @valderezgonsale

















































































































sábado, 24 de novembro de 2012

Como lidar com a transição onde o velho já se foi e o novo ainda não nasceu

Como lidar com a transição onde o velho já se foi e o novo ainda não nasceu Cristina Balieiro "... muitas vezes sabemos que estamos mudando e que temos que mudar, mas não sabemos para onde vamos, muito menos onde chegaremos ..." Viver é transformar-se! A cada dia, a cada mês, ano ou década precisamos sempre nos reinventar, mergulhando cada vez de forma mais profunda dentro de nós e em nossas experiências. É ao surpreendermos a nós mesmos e enxergarmos facetas e possibilidades que nem tínhamos ideia de existir é que permanecemos vitais! Temos sempre que nos desconstruir para nos construir de forma mais autêntica e madura, temos sempre que “morrer” para de fato continuarmos VIVOS. Só que muitas vezes sabemos que estamos mudando e que temos que mudar, mas não sabemos para onde vamos, muito menos onde chegaremos: é como se andássemos às cegas. Parece que não temos mais mapas e o GPS recusa-se a funcionar; as referências se foram. O velho já foi e o novo ainda não nasceu. Vivemos na fase de *crisálida, onde não somos mais lagartas, mas também não somos ainda borboletas. E, muitas vezes, como crisálidas temos que ficar quietas, meio imóveis esperando que o processo de transformação ocorra. E como é difícil, para nós, suportar esses momentos: suportar o não saber, o não agir, o não controlar. Na nossa falta de fé na vida, não confiamos no processo e no deixar fluir. Na nossa cega crença que devemos planejar tudo, controlar, ter metas e total clareza, deixamos escapar experiências vitais como são esses momentos de transição ou de “vazio”. O caminho em direção à nossa mais profunda individualidade é sempre composto de Luz e Sombra. E é na aceitação dessa totalidade que podemos cumprir o mais profundo destino: sermos nós mesmos em todas as nossas nuances. Muitas vezes é nesses tempos de “escuro”, do NÃO SABER, que está a fonte onde o novo e o criativo estão sendo gestados. Como diz Joan Borysenko, em seu livro "Uma jornada para Deus": “Períodos de “não saber” são parte do cenário de tornar-se autenticamente íntegro em contato com o poder e a autoridade interiores”. Sustentar esses momentos faz parte da jornada heroica de nos tornarmos nós mesmos

Nenhum comentário:

Postar um comentário