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terça-feira, 10 de setembro de 2013

SMS mentiroso demora mais tempo para ser digitado, diz estudo

SMS mentiroso demora mais tempo para ser digitado, diz estudo Segundo estudo feito pela BYU (Brigham Young University), em Utah, o tempo de digitação de uma mensagem com informações mentirosas é 10% mais longo do que um SMS sem mentiras. A pesquisa foi publicada na segunda semana de setembro de 2013 pelo ACM Transactions on Management Information Systems, periódico acadêmico especializado em sistemas da informação. A conclusão do estudo foi feita com base nas trocas de mensagens de cerca de cem estudantes de duas universidades dos Estados Unidos, monitoradas a partir de um programa de computador. Cada voluntário tinha que responder cerca de 30 perguntas definidas pelo programa, com a orientação de mentir em cerca de 50% delas. Além da demora para digitar as respostas falsas, o estudo mostrou que elas eram mais editadas e menos precisas em relação às verdadeiras. "Conversas digitais são propícias às mentiras e à enganação pela facilidade com que se pode esconder a própria identidade e escrever coisas falsas, porém críveis", afirma Tom Meservy, professor da BYU e coautor do estudo. "Infelizmente, os seres humanos são péssimos em detectar quando estão sendo enganados. Estamos criando técnicas para corrigir isso", diz ele. Espera-se que as informações levantadas pelo estudo sirvam de ponto de partida para a criação de métodos de identificação de comportamento desonesto. De acordo com Meservy, o cidadão comum percebe que alguém está mentindo em apenas 54% das ocasiões, e isso pessoalmente, diante das expressões faciais e escutando o tom de voz da pessoa. Como boa parte da comunicação hoje em dia não se dá ao vivo, a ideia é criar mecanismos para, nas palavras de Meservy, "detectar a mentira em tempo real". Mas antes de correr atrás do celular e acionar o cronômetro, lembre-se: o interlocutor pode simplesmente estar ocupado demais para responder imediatamente. "Nós estamos apenas começando, ainda precisamos levantar muita", diz Jeffrey Jenkins, professor da BYU e coautor do estudo

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