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terça-feira, 20 de março de 2012

Doenças do Coração: Nossas Emoções e as doenças cardíacas. A influencia das emoções nas Pessoas que sofrem do coração Nossas emoções, seja ela qual for, vai sempre trazer uma mudança em nosso comportamento e vai alterar a função cardíaca, sendo que esta alteração pode ser desencadeada por raiva, ansiedade, medo, alegria, satisfação, etc., fazendo com que nosso organismo prepare-se pára se relaxar, defender, lutar ou fugir, modificando nosso ritmo cardíaco. O coração possui um sistema de controle próprio, embora esteja ligado ao sistema nervoso por dois sistemas distintos: o parassimpático e o nervo simpático. A estimulação do sistema nervoso parassimpático produz importantes efeitos sobre o coração, como: freqüência diminuída dos batimentos cardíacos, força diminuída de contração do músculo cardíaco, condução retardada dos impulsos pelo nodo. Este efeito diminui todas as atividades cardíacas, permitindo estágio de repouso e descanso ao coração e ao mesmo tempo ao organismo. Na estimulação simpática os efeitos são opostos sobre o coração, pois quando este sofre estimulação há um aumento da freqüência cardíaca, força de contração cardíaca aumentada, velocidade da condução dos impulsos cardíacos pelo coração. Para alguns indivíduos o medo ou enfrentamento de perigo, pode fazer com que este reprima uma ação, causando ansiedade. O medo é uma forma de defesa normal, porém para alguns indivíduos isso pode vir a ser como uma reação patológica, pois gera no indivíduo sentimento de insegurança. Nem sempre é por meio da doença orgânica surgem os conflitos internos e as crises emocionais, porém estes conflitos contribuem para desencadear a doença, e degenerar a resistência do indivíduo, afetando seu equilíbrio homeostático. A vida estressante, as perdas cotidianas ou perdas mais significativas, as alterações emocionais tanto de ordem positiva quanto negativas, alteram nosso sistema de controle e modificam nosso funcionamento. Quando o indivíduo se defronta com uma dificuldade e não consegue elaborá-la, isso pode ocasionar uma quebra do estado de equilíbrio tornando-o mais propenso ao infarto. O paciente coronariano tem uma forma psicológica de somatizar na qual o peso das emoções é transferido para um órgão ou parte de seu corpo. A grande maioria das pessoas com problemas nos relacionamentos interpessoais, tende a usar mecanismo de defesa como projeção, e outros mecanismos que interferem em seu funcionamento prejudicando seu estado físico e psíquico. A doença psicossomática pode ser entendida na relação que do indivíduo estabelece com o corpo, mente e meio externo, podendo sofrer alterações a ponto de se desorganizar no nível externo e interno. A doença pode aparecer como uma forma de estruturação e não pode ser entendida isoladamente, pois depende de outros fatores como: meio cultural, físico, social. O coração tem um grande significado a nível emocional e físico. Dessa forma, seja qual for a patologia, este indivíduo é um ser que possui uma história e uma personalidade singular. O indivíduo quando sofre de cardiopatia, é atingido pela perda da onipotência, tornando-se uma pessoa com limitações, fragilizado, e com sentimento de que sua principal máquina que o mantém, está perdendo forças, enfraquecendo e minguando. Segundo LAMOSA (1990) a importância de um estudo detalhado nos leva a compreender que os processos sociais, emocionais do indivíduo não podem ser excluídos no que se refere para a compreensão de um diagnóstico. Existem evidências de que na vida cotidiana as tensões contribuem para o desenvolvimento de algumas doenças físicas, agudas e crônicas. A Cardiopatia pode estar associada aos aspectos fisiológicos e também ao emocional devido as reações que são manifestas como: pressão, aceleração, parada cardíaca. O papel das emoções reside no fato de serem expressas psíquica e fisiologicamente, sendo que o coração é sentido como ponto fundamental de queixas no que se refere à emoção e também quanto aos aspectos que este representa. O coração é considerado como sede e origem das emoções e dos sentimentos, porém a realidade é que os efeitos destes sentimentos refletem sobre este órgão

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