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sábado, 17 de novembro de 2012

Novo estudo com bebês sugere que nascemos sabendo o que é certo e o que é errado

Novo estudo com bebês sugere que nascemos sabendo o que é certo e o que é errado Tracie Egan Morrissey Pesquisadores do “baby lab” da Universidade de Yale descobriram que crianças com três meses de idade podem não só dizer a diferença entre “bom” e “mau”, mas também mostrar uma preferência para o primeiro. O estudo sugere que moralidade não é algo aprendido durante a vida, mas inato. O estudo foi conduzido com alguns shows de marionetes apresentados para uma criança de cada vez. Nele, uma marionete queria abrir uma caixa de brinquedos e tinha certa dificuldade de fazê-lo. Uma outra marionete boazinha ajudava a primeira marionete a abrir a caixa de brinquedos. Então, a apresentação recomeçava, com a primeira marionete tentando abrir a caixa de brinquedos novamente. Uma terceira marionete, desta vez com temperamento malvado, batia na caixa para fechá-la e não deixava a primeira marionete pegar os brinquedos. Depois do show de marionetes, os pesquisadores mostravam aos bebês a marionete má e a marionete boa. Este pesquisador não sabia qual marionete era a boa ou a má. Eles perguntavam para os bebês qual delas eles gostavam e mais de 75% dos bebês participantes do estudo escolheram a marionete boa. Com as crianças de três meses de idade, que não podem compreender realmente as coisas, o estudo levou em consideração a quantidade de tempo que eles olhavam para cada marionete. Os bebês tendiam a olhar fixamente para a marionete boa durante mais tempo do que para a má. Então, o que isto significa? Com as pesquisas mostrando consistentemente que bebês sentem algo positivo pelos indivíduos “prestativos”, isto pode significar que no nosso âmago, quando somos apenas humanos trazidos ao mundo, nós somos ligados mais ao “bem” do que ao “mal

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